Lançamento do livro Viagem ao Invisível

O lançamento do livro Viagem ao Invisível, de autoria dos Professores Luís Santiago Baptista e Maria Rita Pais, ocorre na próxima terça-feira, 23 de Abril, na Sede da Trienal de Arquitectura (Palácio Sines de Cordel). Os nossos parabéns aos Professores por esta publicação!


O lançamento tem a participação de Luís Santiago Baptista, Maria Rita Pais, Eliana Sousa Santos, Paulo Tormenta Pinto, Ricardo Castro, Susana Oliveira, Susana Ventura e Tatiana Macedo.

O livro “Viagem ao Invisível: Espaço, Experiência, Representação” é o resultado de um projecto de investigação que se iniciou com uma viagem realizada em 2016, vencedora de um concurso lançado pela Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos, e se desenvolveu com uma exposição no Teatro Thalia no ano seguinte, com o apoio da DGArtes.
O livro conta com a participação dos viajantes Álvaro Domingues, Nuno Cera, Ricardo Castro, Spela Hudnik e Tatiana Macedo, bem como de textos críticos de Eliana Sousa Santos, Inês Moreira, Susana Oliveira e Susana Ventura. Organizado em volta de 15 casos de estudo no centro e sul do Portugal, o livro explora a questão da invisibilidade nas suas dimensões doméstica, social, cultural, lúdica, religiosa, médica, militar, industrial e infra-estrutural, congregando material documental, técnico e artístico, que permite construir narrativas abertas sobre o passado, o presente e o futuro destes lugares.
O livro teve os apoios da DGArtes, da OASRS e da Fundação Serra Henriques, parcerias com cerca de meia centena de instituições e associações e a participação de múltiplos autores. O livro tem edição pela Purga.


Sinopse

A viagem ao invisível é um percurso pelo que está fora do alcance, do que existe para lá da nossa vida quotidiana. É um itinerário de experiências por lugares que desconhecemos, ignoramos ou esquecemos. Lugares que por diversas razões existem na sombra, espaços inacessíveis ou inapreensíveis. Porém, estes lugares persistem na nossa cultura, estão inscritos na memória colectiva. Existem portanto, mas essencialmente sob a forma de imagens, acontecimentos e narrativas, reais e ficcionais, documentais e artísticas. A viagem ao invisível é assim o preciso momento em que a experiência destes lugares se cruza e sobrepõe com as suas representações, participando no desafio de tornar visível o invisível.

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